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Seleção Brasileira divulga escolhidos na penúltima lista antes da Copa do Mundo sem Neymar; veja nomes

PorPorRedação Jovem Pan News mar 16, 2026 2 Min de Leitura
Neymar segue afastado da Seleção Brasileira desde o final de 2023. Foto: Hannah McKay/Reuters A Seleção Brasileira, por meio do seu treinador Carlo Ancelotti, divulgou a penúltima lista de convocados antes da Copa do Mundo, que começa em junho. Sem Neymar e com novidades como Endrick e Gabriel Sara, meia natural de Joinville e hoje no Galtasaray da Turquia, a convocação teve 26 jogadores. Clique aqui e receba as notícias do Tudo Aqui SC e da Jovem Pan News no seu WhatsApp Serão dois amistosos nessa Data Fifa, contra a França, no dia 26, e a Croácia, no dia 31, ambos nos Estados Unidos. Éder Militão, Bruno Guimarães, Estêvão e Rodrygo foram desfalques por lesão, e este último, após romper o LCA (Ligamento Cruzado Anterior) do joelho, estará fora inclusive do mundial. Confira a penúltima convocação da Copa do Mundo antes da Copa do Mundo 2026: GOLEIROS: AlissonBentoEderson DEFENSORES: Alex SandroBremerDaniloDouglas SantosGabriel MagalhaesIbanezLeo PereiraMarquinhosWesley MEIO-CAMPISTAS: Andrey SantosCasemiroDaniloFabinhoGabriel Sara ATACANTES: EndrickGabriel MartinelliIgor ThiagoJoão PedroLuiz HenriqueMatheus CunhaRaphinhaRayanVini Jr Por Luiz Moraes
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Feirão de Empregos oferece mais de mil vagas durante comemorações dos 276 anos de São José

PorPorRedação Jovem Pan News mar 16, 2026 3 Min de Leitura
As empresas interessadas em participar devem realizar o credenciamento até essa quarta-feira (18), por meio do preenchimento de formulário de inscrição
farra do boi governador celso ramos

40 pessoas são indiciadas por organizar farra do boi em Governador Celso Ramos

PorPorRedação Jovem Pan News mar 16, 2026 2 Min de Leitura
A investigação permitiu que fossem identitificados os organizadores,, transportadores e vendedores dos bovinos
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VÍDEO: Carol de Toni passa por cirurgia após acidente doméstico em sítio de SC

PorPorRedação Jovem Pan News mar 16, 2026 1 Min de Leitura
A deputada federal Carol de Toni (PL) precisou ser operada após sofrer acidente doméstico na noite de sábado (13). Segundo nota emitida pela equipe da parlamentar, um cachorro teria a atacado em um sítio no Oeste de SC.  Clique aqui e receba as notícias do Tudo Aqui SC e da Jovem Pan News no seu WhatsApp De acordo com a publicação, Carol de Toni teria caído após tentar fugir do ataque do animal – momento em que fraturou o joelho direito. O ferimento foi na patela, que é o osso frontal do joelho, em quatro lugares distintos. Ela ainda teria sido mordida pelo cachorro na perna esquerda.  “E só peço para vocês orações, tenho certeza que vai dar tudo certo, uma cirurgia ortopédica por causa do meu joelho. E estamos junto aí, que Deus abençoe e em breve, depois da cirurgia, eu volto para dar notícias. Um grande abraço, estamos juntos” disse a pré-candidata ao Senado por SC em vídeo nas redes sociais. Veja o relato da parlamentar sobre o acidente no Oeste de SC
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Prefeitura de Florianópolis não acatará a recomendação do MPSC de acabar com o programa de voluntários

PorPorAna Horst mar 16, 2026 2 Min de Leitura
Ministério Público deu prazo de 48 horas para prefeitura suspender o programa
são josé igreja

São José cresce e se transforma: de vila histórica a polo urbano na Grande Florianópolis

PorPorRedação Jovem Pan News mar 16, 2026 2 Min de Leitura
Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, São José já ultrapassa os 250 mil habitantes e figura entre os principais polos urbanos de Santa Catarina
apreensao de drogas no aeroporto de florianopolis

Universitária tenta entrar no aeroporto de Florianópolis com 10 kg de droga

PorPorRedação Jovem Pan News mar 16, 2026 2 Min de Leitura
Jovem foi presa em flagrante pela Polícia Federal
BR-101: Santa Catarina produz para o Brasil, mas o Brasil não retribui

BR-101: Santa Catarina produz para o Brasil, mas o Brasil não retribui

PorPorJoão Victor da Silva mar 16, 2026 3 Min de Leitura
O que a BR-101 nos ensina sobre o federalismo fiscal brasileiro Por João Victor da Silva Na semana passada, o Governo Federal encerrou formalmente as negociações para a extensão do contrato de concessão com a Arteris, a fim de permitir a execução antecipada de obras urgentes. O governo havia prometido a construção de obras aguardadas em Santa Catarina: o túnel do Morro dos Cavalos; a execução imediata de 205 projetos ao longo da BR-101 e da BR-116 e 47 obras na região de Itajaí e Balneário Camboriú com foco em acessos portuários. Como moeda de troca, o contrato da concessionária seria prorrogado por mais 15 anos (até 2047). Clique aqui e receba as notícias do Tudo Aqui SC e da Jovem Pan News no seu WhatsApp Apesar da importância do litoral catarinense como um dos principais centros logísticos e econômicos do país, o governo federal não teve a vontade política de avançar com esse projeto. Embora alegue questões técnicas, essa decisão tem raízes em um sistema federal assimétrico. No Brasil, recursos são extraídos dos estados mais produtivos para os menos produtivos por motivação política. Este cenário é fruto direto do sistema político instituído pela Constituição de 1988. Nossa Carta Magna estabelece uma representação paritária no Senado — três parlamentares por estado, independentemente do tamanho da população. Na Câmara, o limite mínimo de 8 e o máximo de 70 deputados distorcem ainda mais a balança. Como resultado, as regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, que reúnem 38% do eleitorado nacional, controlam 52% das cadeiras da Câmara e 74% do Senado Federal. A disparidade é visível na prática: o grupo de trabalho da Reforma Tributária – uma das legislações mais importantes das últimas três décadas – contou com cinco integrantes do Nordeste e nenhum do Sul do país. Esse desequilíbrio é retroalimentado por um presidencialismo de coalizão em um Congresso fragmentado. Para sobreviver politicamente, o Executivo torna-se refém de uma política transacional, priorizando as demandas de quem detém o poder de facto no Legislativo em vez de uma agenda de desenvolvimento nacional Diante desse contexto, Santa Catarina, assim como seus vizinhos do Sul e do Sudeste, tornou-se vítima dessa extração sistemática de recursos. Os números de 2024 são emblemáticos. A União arrecadou R$ 140 bilhões em tributos federais em Santa Catarina. Contudo, o Estado recebeu de volta menos de R$ 51 bilhões. Embora uma transferência solidária entre regiões fosse natural em um país desigual, o modelo brasileiro perpetua a estagnação das regiões menos desenvolvidas do país. As lideranças políticas do Norte e do Nordeste não têm incentivos para implementar políticas que atraiam investimentos e empresas para seus estados. Seus únicos incentivos são manter a eleição de parlamentares que assegurem a continuidade dos repasses. Assim, continuam financiados gastos improdutivos e perpetuam a dependência das transferências federais. O caso da BR-101 evidencia que o federalismo brasileiro é um sistema falido. Um Estado que gera R$ 140 bilhões em tributos federais não consegue que o governo federal cumpra um simples acordo de obras em rodovia federal. E ainda: obras financiadas pelo próprio pedágio, sem custo ao Tesouro. Ironicamente, a drenagem de recursos catarinenses impede o reinvestimento na infraestrutura que sustenta a própria arrecadação nacional. No modelo atual, Santa Catarina permanece condenada a pagar indefinidamente o pedágio da injustiça.

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