
O TJSC (Tribunal de Justiça de Santa Catarina) negou, na última sexta-feira (31), o pedido de prisão preventiva do motorista investigado por colidir com moto na Beira-Mar Norte, em Florianópolis. Acidente aconteceu no dia 26 de julho e deixou motociclista internado em estado grave e passageira morta.
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A Polícia Civil havia instaurado um procedimento policial para apurar as circunstâncias da colisão. O motorista do carro fugiu do local sem prestar socorro às vítimas ou acionar algum serviço de emergência, deixando o carro lá. Ele também não se apresentou na delegacia de polícia, tendo apenas o seu advogado comparecido à unidade para tomar conhecimento dos fatos.
Diante da certeza da conduta do motorista, que avançou o semáforo na cor vermelha enquanto outros veículos já estavam parados aguardando a abertura do sinal, além da decisão de não ajudar as vítimas, a Polícia Civil protocolou pedido de prisão preventiva contra o condutor.
Na sexta-feira, entretanto, a representação pela prisão preventiva foi negada pelo Poder Judiciário, que optou apenas pela aplicação de medidas cautelares.
A Jovem Pan News tentou contato com o Tribunal de Justiça, mas não obteve retorno até a publicação desta matéria. O espaço segue aberto.
Colisão fatal aconteceu na Beira-Mar Norte
Um carro colidiu com uma motocicleta de transporte por aplicativo e deixou uma pessoa morta e outra gravemente ferida na Avenida Beira-Mar Norte, em Florianópolis. Caso aconteceu dia 26 de julho, e o motorista segue solto.
A passageira da moto, uma mulher de 32 anos, mãe de uma criança pequena, estava voltando do trabalho e morreu ainda no local.
O condutor da motocicleta foi encontrado em estado grave, apresentando traumatismo cranioencefálico e fratura exposta. Até agora, ele segue internado, sem previsão de alta.
Segundo a Polícia Civil, o motorista do carro ultrapassou o sinal vermelho da Beira-Mar Norte em alta velocidade, colidindo com a moto que seguia o trajeto normal.
Ambos os veículos ficaram destruídos e as duas pessoas da moto ficaram caídas no chão, enquanto o investigado por causar o acidente ficou bem e fugiu do local a pé, demorando dias para ser identificado.






