
O trabalho remunerado de pessoas privadas de liberdade em Santa Catarina gerou arrecadação de R$ 32 milhões apenas em 2025. A política visa a ressocialização e geração de renda ao Estado e à família dos detentos.
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São mais de 10 mil pessoas presas trabalhando de forma remunerada. O resultado financeiro reflete uma política pública que permite ao Estado reduzir despesas diretas com o sistema prisional. Ao gerar recursos próprios, outras áreas da administração pública podem ter prioridade para recebimento de verba.
Santa Catarina está atualmente com mais de 200 convênios ativos para realização das atividades laborais. As parcerias são com empresas privadas, prefeituras, o próprio governo estadual e empresas de economia mista.
Somente na Penitenciária Feminina de Criciúma, são produzidas mais de oito toneladas de produtos de panificação e confeitaria por mês. 56 internas atuam na produção de pães, salgados, pizzas e doces congelados em um pavilhão industrial instalado dentro da unidade prisional.
* Por Ana Horst

