Empate com sabor de derrota e crise técnica escancarada na Ressacada

Resumo da Notícia

Mais uma atuação apagada do Avaí na Série B. O empate em 1 a 1 com o Vila Nova, diante de pouco mais de quatro mil torcedores na Ressacada, escancarou a crise técnica e tática do time de Jair Ventura. Mesmo em vantagem até os 41 minutos do segundo tempo, o Leão da Ilha não teve competência para segurar o placar e sucumbiu novamente à própria incapacidade de se impor como mandante. O cenário só piora: a goleada sofrida para o Athletic no início da semana por 4 x 0 parece ter abalado ainda mais o ambiente e o moral da equipe.

Empate com sabor de derrota e crise técnica escancarada na Ressacada
Avaí teve desempenho abaixo e empate foi frustrante para o torcedor | Foto: Fabiano Rateke/AFC

Mais uma atuação apagada do Avaí na Série B. O empate em 1 a 1 com o Vila Nova, diante de pouco mais de quatro mil torcedores na Ressacada, escancarou a crise técnica e tática do time de Jair Ventura. Mesmo em vantagem até os 41 minutos do segundo tempo, o Leão da Ilha não teve competência para segurar o placar e sucumbiu novamente à própria incapacidade de se impor como mandante. O cenário só piora: a goleada sofrida para o Athletic no início da semana por 4 x 0 parece ter abalado ainda mais o ambiente e o moral da equipe.

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Jair Ventura errou de novo. Com o time na frente, em vez de consolidar o resultado, apostou em uma estratégia ofensiva desconexa, entupiu o time de atacantes e desmontou o meio-campo. O resultado foi previsível: o Vila Nova tomou conta da intermediária, empatou a partida e quase virou. O discurso do treinador após o jogo, de que buscava ampliar o placar, mostra como falta leitura de jogo e coerência em suas decisões. Um time que não consegue construir coletivamente não deveria se lançar ao ataque de forma irresponsável.

O público na Ressacada encolhe a cada rodada, num reflexo claro da descrença da torcida com um projeto técnico que não apresenta evolução. A equipe vive uma sucessão de erros dentro e fora de campo, com salários atrasados, desempenho pífio e uma clara falta de identidade tática. O Avaí de Jair Ventura é previsível e emocionalmente frágil. A bola não chega redonda no ataque, o meio-campo não protege e a defesa é vulnerável até contra adversários medianos.

Os gritos de protesto e as vaias ao fim do jogo sintetizam o sentimento do torcedor azurra: frustração e revolta. O Avaí está fora do G-4, é apenas o sétimo colocado, e o que se vê em campo não oferece nenhuma garantia de reação. Na próxima rodada, viaja até Belém para enfrentar o Remo, adversário direto pela vaga entre os quatro primeiros. Mas, se seguir nesse ritmo, o que espera o Avaí é mais um capítulo da sua novela de decepções.

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