Suspeitos de matar cão Orelha teriam tentado afogar outro cachorro, diz Polícia Civil 

Além do caso do cão "Orelha", a PCSC (Polícia Civil de Santa Catarina) investiga um segundo caso envolvendo um cão comunitário da Praia Brava
Por: Redação
em 27/01/2026 às 17:28 - Atualizado há 45 minutos.
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Foto: Reprodução.

Além do caso do cão “Orelha”, a PCSC (Polícia Civil de Santa Catarina) investiga um segundo caso envolvendo um cão comunitário da Praia Brava, em Florianópolis. Segundo a polícia, o mesmo grupo de adolescentes suspeito de matar o animal comunitário, também teria tentado afogar o cachorro conhecido como “Caramelo”.

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As investigações apontam que o animal teria sido levado ao mar no colo por um dos jovens, mas depois conseguiu sair do local.

Na manhã de segunda-feira (26), a polícia realizou uma ação para investigar o caso, com o objetivo de cumprir três mandados de busca e apreensão nos endereços dos suspeitos pelas agressões ao cão Orelha.

Segundo o delegado Ulisses Gabriel, além das buscas pelos adolescentes, um dos mandados que a polícia visou cumprir estava relacionado a um indivíduo que teria coagido uma testemunha ao longo da investigação policial.

“Dois adolescentes foram alvo de busca, e outros dois estão nos Estados Unidos para uma viagem que, segundo consta, era pré-programada”, afirmou Ulisses. A viagem deve durar até a próxima semana, quando os jovens devem retornar ao Brasil.

As investigações começaram após uma denúncia de que um grupo de adolescentes seria o responsável pelos maus-tratos a Caramelo e a Orelha, que foi encontrado ferido e precisou passar por eutanásia (procedimento também conhecido como morte assistida).