
O preço para medicamentos ficarão mais caros no Brasil inteiro a partir desta quarta-feira (1) após reajuste anual anunciado pelo Governo Federal. As novas regras determinam os limites de preços que as farmácias e laboratórios podem aplicar aos consumidores brasileiros.
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O aumento acontece por meio da resolução do CMED (Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos) publicada no DOU (Diário Oficial da União) na segunda-feira (30). O documento oficializa os parâmetros técnicos que orientam o aumento de remédios no território nacional.
O cálculo considera indicadores econômicos oficiais, como a inflação acumulada, além de fatores de produtividade e níveis de concorrência de mercado para diferentes categorias de fármacos.
Aumento de medicamentos segue três níveis diferentes
- 3,81% para medicamentos com concorrência;
- 2,47% para medicamentos de média concorrência;
- 1,13% para medicamentos de pouca ou nenhuma concorrência.
Embora a resolução governamental estabeleça o percentual máximo permitido para o reajuste, a aplicação dos novos valores não significa necessariamente um aumento imediato e uniforme nas prateleiras.
A orientação para o paciente que precisa de medicamentos de uso contínuo é realizar pesquisa de preços entre diferentes redes varejistas. Como o aumento de medicamentos entra em vigor na quarta-feira (1º), a variação dos valores cobrados pode apresentar diferenças significativas durante as primeiras semanas de adaptação do mercado.


