
O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Alexandre de Moraes, concedeu nesta terça-feira (24) a prisão domiciliar temporária para o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) pelo período de 90 dias. Depois disso, Moraes deve rever o caso para ver se os requisitos para a permanência ou não ainda estão sendo atendidos.
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A concessão acontece após a PGR (Procuradoria-Geral da República) se manifestar favoravelmente à prisão domiciliar para Bolsonaro. Moraes, anteriormente, havia solicitado que a PGR se pronunciasse com base em laudos médicos enviados pelo hospital.
Bolsonaro está internado desde o dia 13 de março, ocasião em que foi diagnosticado com pneumonia decorrente de broncoaspiração. Na última segunda-feira (23), o ex-presidente recebeu alta da UTI e foi transferido para um quarto no Hospital DF Star, em Brasília.
Anteriormente, o procurador-geral, Paulo Gonet, afirmou que “está demonstrado que o estado de saúde do postulante da prisão domiciliar demanda a atenção constante e atenta que o ambiente familiar, mas não o sistema prisional em vigor, está apto para propiciar”.
O último boletim médico foi divulgado nesta terça-feira (24), e afirmou que o ex-presidente apresentou melhora clínica.
“No momento segue com antibioticoterapia endovenosa, suporte clínico e fisioterapia respiratória e motora. Não há previsão de alta hospitalar”, diz trecho do boletim.

