Malafaia critica Flávio Bolsonaro e afirma querer Tarcísio como candidato para derrotar Lula

Pastor evangélico afirma que o nome de Flávio Bolsonaro seria incapaz de impedir uma possível reeleição de Lula (PT) em 2026
Por: Redação Jovem Pan News
em 22/01/2026 às 16:02 - Atualizado há 1 hora.
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Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Flávio Bolsonaro teria se aproveitado da “debilidade emocional” do pai, Jair Bolsonaro, para elencar o próprio nome como candidato à presidência da república nas eleições deste ano. A afirmação é do pastor evangélico Silas Malafaia, que defendeu ainda a candidatura de Tarcísio de Freitas (Republicanos) como alternativa contra Lula (PT).

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A declaração foi dada em entrevista ao SBT News de São Paulo. Malafaia criticou a movimentação do senador Flávio Bolsonaro, dizendo que o lançamento de sua pré-candidatura é um ato de “amadorismo político”. Segundo ele, trata-se de um “movimento de oportunidade”. 

O pastor sugeriu, ainda, que Flávio teria se aproveitado do estado emocional do pai, atualmente para dar o aval dele “à força”.

“Eu achei uma afronta. Um pai debilitado emocionalmente, o filho vai lá sozinho e arranca dele: ‘Ô, eu sou candidato’. Acho isso amadorismo”, disparou o líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo.

Para o pastor, a direita precisa se unir ao centro – algo que Tarcísio poderia entregar como forma de viabilizar uma chapa forte na disputa eleitoral. 

Malafaia argumenta, ainda, que a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro seria um ativo fundamental em uma chapa, especialmente no diálogo com o eleitorado feminino e evangélico.

Entre os nomes citados por ele como melhores que os de Flávio Bolsonaro estão os de Ronaldo Caiado, Romeu Zema e Ratinho Jr. 

O clima estranho ganhou um novo capítulo nesta quinta-feira (22), quando o governador Tarcísio de Freitas cancelou uma visita que faria a Jair Bolsonaro em Brasília.

Oficialmente, a Secom (Secretaria de Comunicação de São Paulo) alegou “conflito de agenda”. Contudo, informações do Estadão revelam que Tarcísio cumpriu apenas compromissos internos no Palácio dos Bandeirantes.