
Um dos adolescentes acusados do espancamento do cão Orelha deixou a lista de investigados após despacho da Polícia Civil de Santa Catarina emitido na sexta-feira (30). O caso aconteceu na Praia Brava, em Florianópolis, no início de janeiro. Segundo a PCSC, não há “indícios de autoria ou participação” que justifiquem o prosseguimento da investigação contra o menor de idade.
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No documento, consta que o nome do jovem “não é citado por nenhuma testemunha, não aparece em nenhuma das imagens analisadas pela investigação e não é citado no inquérito”. Pela suposta falta de indícios de autoria ou participação, a autoridade policial determinou a retirada imediata dele da condição de “adolescente investigado” no caso Orelha.
Segundo a assessoria de imprensa da família do rapaz, há possibilidade de, futuramente, avançar na busca de “reparação aos danos causados” à imagem e à honra do adolescente. A nota emitida ainda afirma que os pais, o irmão e os avós do adolescente estão “emocionalmente abalados” pelo caso.
“Felizmente o delegado responsável pelo caso despachou expressamente no sentido de que nosso filho não possui qualquer envolvimento com os fatos investigados, não participou e não tem qualquer relação com a morte brutal do cachorro Orelha. Mas tudo o que passamos e ainda estamos passando certamente vai deixar sequelas irreversíveis”, diz o pai.
As investigações continuam sob tutela da Polícia Civil de Santa Catarina, do Poder Judiciário estadual e do Ministério Público de SC.

