
Os peixes encontrados mortos na segunda-feira (23) no Rio das Ostras, na região Central de Palhoça, podem ter sido descartados depois de mortos e, posteriormente, levados pela maré pelo curso do rio. A informação é do Instituto do Meio Ambiente do Estado de Santa Catarina (IMA), que fez coletas na segunda e terça-feira (24) e desde então acompanha a situação.
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De acordo com a Gerência de Fiscalização e Emergências Ambientais do instituto, a principal hipótese é de que os peixes tenham sido descartados na região da Baía da Palhoça e transportados pela maré alta ao longo do curso do rio.
Ainda segundo o Instituto, outra alternativa é de que a morte tenha sido causada pela baixa resistência da espécie à água doce. Dado o grau de decomposição dos cadáveres, há suspeita de que a morte tenha ocorrido dias antes do avistamento.
O órgão destaca que não foram identificados peixes mortos de outras espécies comuns na costa ou rios de Palhoça, o que afasta indícios de lançamento direto de contaminantes tóxicos na água. Além disso, o volume encontrado supera a capacidade de suporte do sistema fluvial local, o que fortalece a hipótese de que os animais pertençam a cardumes capturados em outras áreas.
As análises laboratoriais sobre a qualidade da água, no entanto, ficarão prontas em duas semanas.


