
Os TAEs (servidores técnico-administrativos em educação) da UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina) deflagraram a greve nesta terça-feira (7) durante Assembleia Geral Extraordinária. O movimento já conta com a participação de 50 instituições federais.
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A universidade aderiu à greve organizada pela Fasubra (Federação de Sindicatos de Trabalhadores Técnico-administrativos em Educação das Instituições de Ensino Superior Públicas do Brasil) no início do ano, com início previsto para final de março.
Até o momento, as aulas da UFSC continuam ocorrendo, mas com algumas defasagens. Caso a adesão à paralisação ocorra conforme o planejado, as aulas devem ser suspensas em todos os campi espalhados pelo Estado.
Essa paralisação exige que o Governo Federal cumpra totalmente a assinatura do Termo de Acordo nº 11/2024. Os servidores das instituições defendem que tiveram reajuste salarial e plano de carreira estabelecidos conforme consta no termo, mas outros pontos cruciais ficaram faltando.
Entre as exigências dos servidores da categoria, estão:
- Jornada de 30 horas semanais para toda a categoria.
- Reposicionamento dos aposentados que estão enquadrados fora de suas trajetórias.
- RSC (Reconhecimento de Saberes e Competências), que valoriza a experiência prática do servidor, equiparando-a à titulação formal para fins de gratificação, incluindo aposentados e pensionistas.
- Democratização nas instituições, com a possibilidade de TAEs serem eleitos para os cargos de reitor e vice-reitor.
- Abertura de concurso e adequação para Intérprete de Libras, possibilitando educação acessível a todos os estudantes.


