
A Polícia Federal realiza uma operação contra uma organização suspeita de aplicar fraudes financeiras que teriam atingido mais de 10 mil investidores no Brasil e no exterior. A Justiça determinou o cumprimento de 12 mandados de busca e apreensão e o bloqueio de bens e valores de 15 pessoas e 13 empresas, até o limite de R$ 100 milhões.
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Segundo as investigações, o esquema captou recursos entre 2018 e 2020 por meio de plataformas que prometiam rendimentos muito acima dos praticados no mercado financeiro. As rentabilidades anunciadas variavam de 2% a 3% ao dia ou de 10% a 70% ao mês.
Os mandados são cumpridos em dez cidades de cinco estados. Em Santa Catarina, há diligências em Florianópolis, com um mandado; Blumenau, com dois; Pomerode, Indaial e Rio do Sul, com um cada.

As buscas também ocorrem em Curitiba (PR), com dois mandados; Álvares Machado (SP), Belo Horizonte (MG), Jaboatão dos Guararapes e Recife (PE), com um mandado em cada município.
O bloqueio patrimonial tem como objetivo preservar os recursos e assegurar a possibilidade de reparação dos prejuízos às vítimas.
Investigados pela fraude foram indiciados
Conforme a Polícia Federal, os investigados foram indiciados por associação criminosa, estelionato, lavagem de dinheiro e crimes contra o sistema financeiro nacional e o mercado de capitais.
A investigação aponta que as plataformas atraíam investidores com promessas de ganhos elevados. O número de vítimas e a dimensão dos prejuízos causados pela fraude ainda são estimativas apresentadas no âmbito da apuração.
A Polícia Federal orienta que investidores que tenham documentos capazes de comprovar os aportes realizados podem encaminhar as informações à instituição para contribuir com as investigações. O email para denúncias é denunciapiramides.iji@pf.gov.br,






